|
Melhor visualização: 1024 x 767 pixels |
|||
|
|
|||
|
Ele voltou por Rodrigo "Bibo" de Aquino É um pássaro? Um avião? Não, é mais um blockbooster de Holywood invadindo as telonas de todo o mundo. Dia 14 de Julho, estréia aqui no Brasil Superman – O Retorno, dirigido por Bryan Singer (X-Man I e II) e tendo Brandon Routh (quem é esse?) no papel do Homem de Aço e Kevim Spacey (A Beleza Americana) como o sarcástico, não menos fantástico, Lex Luthor. Na história, Superman retorna à Terra após tentar descobrir suas origens kriptonianas. Foram alguns anos de ausência do salvador de Lois Lane e do mundo, fazendo com que todos aprendessem a viver sem sua presença. E assim acontece o desenrolar da história, revelando que Kal-El pode ser de aço, mas seu coração é de carne, expondo a readaptação de Clark Kent/Superman na rotina da sociedade, na vida de Lois e novamente tentando frustrar a ganância e ambição de Lex. Os trailers revelam grandes efeitos especiais e o filme segue a linha da primeira saga de Kal-El nos cinemas (Superman - 1978), que contém muitas alegorias bíblicas, inclusive o site omelete.com.br notifica o lançamento do livro O Evangelho Segundo o Superman. Muitos fazem essa comparação, atribuindo à Superman o caráter messiânico, mas como pensar diferente, se a película vende essa imagem, pois Kal-El foi enviado por seu pai, Jor-El, à Terra para inspirar a humanidade com seus atos (são realmente atos inspiradores, numa cena, ele para uma bala de revólver com o olho, alguém se habilita a imitar?), é isso mesmo que você pensou, Jor-El/Deus; Kal-El/Jesus Cristo e é claro, Lex Luthor/diabo. Mas se você me permite, eu quero analisar toda essa história por outro prisma, não comparando Superman a Jesus Cristo ou coisa do gênero, mas quero pensar nas muitas vezes em que tentamos pular da janela com um toalha amarrada no pescoço, com um “S” no peito e o cabelo escorrido, imitando o Homem de Aço. Hoje somos pessoas grandes e maduras, mas de certa forma, será que não continuamos a imitar o Superman? Na medida que negamos a dor, o sofrimento, ou quando queremos viver sempre superando limites, não admitindo derrotas, quando vivo na força do meu próprio braço (Sl 127), quando me acho independente e dos meus problemas cuido eu, será que não estou tentando ser meu próprio super-herói? Não quero aqui fazer apologia à uma vida espiritual utilitarista e folgada, do tipo “tudo cai do céu”, mas ser propugnador de uma vida dependente da salvação e do socorro quem vem do alto (Sl 121). Eu acredito que Deus não espera de nós atitudes de Superman, mas de ovelhas (2Co 12.10 – leia pelo menos essa passagem)! E para finalizar, pois já passei do meu limite de linhas, o mundo não precisa das atitudes inspiradoras e fantásticas de Kal-El, mas urgentemente de pessoas simples e mortais, que se compadecem com a dor do próximo e de alguma forma tentam estender a mão, sabendo que essas obras não são a causa da sua salvação, mas que sua salvação são a causa dessas obras.
Rodrigo "Bibo" de Aquino Referência ABNT: AQUINO, Rodrigo de. Ele voltou. Cinema e fé cristã. Disponível em: <http://www.umadescp.com.br/secoes/artigos/004.htm>. Acesso em: <Data de hoje>. Se você gosta de escrever, é jovem, e desejar postar aqui seus artigos, envie-nos: webmaster@umadescp.com.br. |
|||
|
®©2009 AMSHALOM - Política de Privacidade - Proibido a cópia desta web sem autorização por escrito. By Pr. Márcio Batista |
|||